Domingo, Outubro 04, 2009
"Depois da casa própria, tem outro pesadelol:
a casa da praia."
Paulo Sant'Ana/ZH
João Ubaldo Ribeiro
" A gente começa a ficar mortal por volta dos 40 anos. Antes disso, a morte é uma coisa que acontece com os outros. Até que você começa a perder os referenciais familiares
Quarta-feira, Junho 25, 2008
Maçonaria
O texto abaixo serve para derrubar uma série de equívocos a respeito da Maçonaria. Alguns maçons, como seres humanos, podem cometer atos criticáveis, mas a Maçonaria é instituição voltada para o progresso da humanidade, como bem ilustra o seguinte trecho: "Mas o que esses homens faziam e ainda fazem em suas reuniões?
Basicamente, discutem o caminho que o planeta deve tomar. E o rumo proposto é o da Luz, como eles se referem ao pensamento racional. A idéia é que se cada indivíduo refletir sobre suas atitudes e buscar sempre o caminho do bem e da perfeição, a sociedade vai caminhar naturalmente para o progresso".
LAGO NETORIO DE JANEIRO(RJ)24/06/2008 - DIA DE SÃO JOÃO
Vamos fazer um acordo: eu conto um segredo e você, portaleiro, promete não revelá-lo a ninguém.
Antes de topar o trato, você precisa saber que os outros que lerem este tópico conhecerão o mesmo segredo. Mas elas também se comprometerão a ficar de bico fechado. Agora, cá entre nós: quais as chances de nenhum dos envolvidos quebrar o trato e contar o que ficou sabendo para a patroa que por sua vez vai contar para a irmã, que vai dividir a novidade com as amigas do salão de beleza e daí para o mundo?
Você apostaria na possibilidade de mantermos o tal segredo em sigilo?Na cabeça de muita gente, a maçonaria foi capaz dessa proeza. Uma tarefa árdua. Os integrantes da mais conhecida entre as organizações secretas guardariam um grande segredo bombástico, revelado somente para quem concorda em ser iniciado numa sessão cercada de mistério. Em nome da honestidade jornalística, é preciso dizer logo no início da reportagem que se os maçons escondem um informação dessas capazes de mudar o rumo do mundo, este repórter e os estudiosos mais influentes do tema foram incapazes de descobrir do que se trata.
Por outro lado, são vários os rituais, símbolos e conchavos políticos que deveriam ficar restritos às 4 paredes (obrigatoriamente sem janelas) de um templo maçônico, mas que estão descritos nas próximas páginas.
Segredos e histórias que foram reveladas a gente graúda como Benjamin Franklin, Simón Bolívar, pelo menos 17 presidentes americanos e D. Pedro I que entre os maçons brasileiros atendia pelo exótico apelido de Guatimozim. Nas próximas páginas, você se juntará a eles.
A história
Para quem gosta tanto de segredos, nada melhor do que começar a própria história com um relato misterioso e que não pode ser comprovado. A origem da palavra maçom está no inglês, mason, que quer dizer pedreiro. Por isso, é forte a crença de que os primeiros integrantes da organização davam duro em canteiros de obras do passado. A lenda mais famosa conta que a origem da maçonaria está na construção do grande templo de Salomão, em Jerusalém, narrada no Velho Testamento. Durante a obra, Hiram Abiff, o engenheiro-chefe, foi assassinado por 3 de seus pupilos. O motivo do crime é nebuloso, mas envolveria segredos de engenharia guardados por Hiram e uma disputa por promoções de cargo. O fato é que Hiram foi para o túmulo, mas não revelou o que sabia. Além de mártir, virou exemplo de bom comportamento maçônico. Para muitos maçons, é aí que começa a sua história, apesar de existir quem defenda que Moisés, os construtores da Torre de Babel e até Deus são maçons afinal, o todo-poderoso não construiu o mundo em 6 dias?
Outra tese, também sem comprovação, é defendida por historiadores maçônicos como Christopher Knight e Robert Lomas e aponta a maçonaria como herdeira direta dos poucos cavaleiros templários que não foram trucidados por ordem do papa e do rei da França entre 1307 e 1314. Pesquisadores independentes, porém, acreditam que a origem da maçonaria moderna estaria nas corporações de ofício, espécie de sindicatos da Idade Média. Especificamente na corporação dos pedreiros, que reunia alguns dos trabalhadores mais qualificados da Europa gente que construía catedrais gigantescas, como a belíssima abadia de Westminster, na Inglaterra, que recebe fiéis até hoje. Como esses truques profissionais significavam bons salários, era natural que os masons cultivassem o hábito de mantê-los em segredo. Ficou conhecida como maçonaria operativa esse período em que os integrantes da ordem colocavam a mão na massa.Entre os séculos 16 e 17, as técnicas de construção começaram a perder valor e as corporações mudaram o tom das reuniões. Especialmente na Grã-Bretanha, elas ganharam traços de alquimia e rituais simbólicos. Também se abriram para quem não trabalhasse com construção, mas topasse guardar segredo sobre o que acontecia nos encontros. Começou a fase da maçonaria especulativa, voltada para o conhecimento filosófico que dura até hoje.O crescimento atraiu nobres. Era chique participar daqueles encontros com ar de sarau secreto. Os antigos trabalhadores, por sua vez, adoravam estar ao lado da nobreza. Em cidades da Inglaterra, surgiram lojas (como são chamados os grupos de reunião) e, em 1717, 4 delas se reuniram para fundar a Grande Loja de Londres, o Vaticano da maçonaria, até hoje a mais importante instituição mundial da ordem. 5 anos mais tarde foi escrita a Constituição de Anderson, texto redigido pelo maçom James Anderson que colocava no papel todas as normas e rituais transmitidos oralmente. As lojas escolheram também seu primeiro grão-mestre, um sujeito chamado Anthony Sayer, que estava longe do glamour que o cargo teria no futuro, quando seria ocupado até por herdeiros do trono inglês. Quando morreu, Sayer era um simples vendedor de livros em Covent Garden, região de Londres que até hoje é sede de uma feirinha dessas com jeitão alternativo.
Idéias
Mas o que esses homens faziam e ainda fazem em suas reuniões?
Basicamente, discutem o caminho que o planeta deve tomar. E o rumo proposto é o da Luz, como eles se referem ao pensamento racional. A idéia é que se cada indivíduo refletir sobre suas atitudes e buscar sempre o caminho do bem e da perfeição, a sociedade vai caminhar naturalmente para o progresso.
É uma filosofia, uma maneira de encarar o mundo, que foi um bocado revolucionária ao surgir no século 18, época em que reis controlavam o corpo e a Igreja, as mentes das pessoas. Para debater idéias, maçons criaram uma série de regras e tradições o historiador inglês Eric Hobsbawn diz que o período do surgimento da maçonaria especulativa foi especialmente rico no que ele chama de invenção de tradições, muito por causa das rápidas transformações que a sociedade vivia com mudanças nos costumes sociais e na divisão do poder. Foi nessa mesma época que surgiriam outras organizações do tipo, como a Rosacruz e a Iluminati .A maçonaria, que acabaria sendo a mais forte e poderosa de todas, se desenvolveu como uma fraternidade que funciona como Estado, com hierarquias e legislação. E cada maçom tem liberdade de pensamento.
No fundo, a maçonaria não é uma, são várias. E ao contrário do que muitos pensam, a ordem não formou um grupo uniforme. Cada país teve autonomia para definir seus rumos e caminhos, o que fez a ordem ter inclinações diferentes ao redor do globo: na Inglaterra e no Brasil, era ligada à aristocracia política; na França, anticlerical e pragmática; na Itália, revolucionária.Diferenças entre as maçonarias existem. Mas também há muita coisa em comum em especial, as regras e os rituais. Ser admitido na maçonaria, por exemplo, requer paciência em qualquer lugar do mundo. O candidato precisa ser convidado por um maçom, passar por entrevistas e ter a vida investigada por integrantes da ordem. São aceitos apenas homens que acreditam em Deus, têm pelo menos 21 anos e nenhuma deficiência física.As sessões acontecem em templos cheios de simbologia. Entrar num templo maçônico é mergulhar num espaço codificado, diz o sociólogo José Rodorval, da Universidade Federal de Sergipe e autor de uma tese de doutorado sobre a maçonaria.
O templo não tem janelas e a entrada é voltada para o ocidente, onde a pintura é mais escura. No outro extremo, o oriente é mais claro para a maçonaria, é dali que vem o conhecimento. É nessa área também que fica o altar de onde a autoridade mais alta comanda a sessão. Nas paredes, há 12 colunas, uma corda com 81 nós e outros símbolos como as pedras bruta e polida, que representam os momentos pré e pós-iniciação.Durante as cerimônias, os homens vestem aventais para venerar o Grande Arquiteto do Universo, como eles se referem a Deus. Mas um Deus tratado dentro dos valores de tolerância religiosa do deísmo, tradição que recusa a idéia de que uma instituição tem o poder para fazer a ligação com o divino. E por isso um maçom pode ser judeu, católico, muçulmano.
Nas sessões, Deus tem um nome específico. Esse nome é um dos segredos mais bem guardados da maçonaria, diz o historiador Jasper Ridley, que escreveu The Freemasons (Os Maçons, sem tradução em português). Mas Ridley entrega o ouro: o criador é chamado de Jahbulon, uma corruptela que reúne os nomes sagrados de Jeová, Baal e Osíris.Essas reuniões religiosas misteriosas, adivinhem só, colocaram a maçonaria em rota de colisão com o Vaticano. Tanto que 2 bulas papais condenando a ordem chegaram a ser emitidas por Clemente 12 e Bento 14. Como outros governos, o Vaticano também se molestava com a atmosfera de segredo com a qual se cercava a maçonaria, diz o historiador espanhol Jose Benimeli no livro Maçonaria e Igreja Católica. A tensão hoje é menor, mas ainda existe. Em 1983, quando comandava a Congregação para a Doutrina da Fé, o hoje papa Bento 16 publicou a Declaração sobre as associações maçônicas. O texto não deixa dúvidas: Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em pecado grave, escreveu.jeferson silveira:Revoluções e conspiraçõesO Vaticano é apenas um dos desafetos da maçonaria. Ao longo da história, a ordem colecionou inimigos com a mesma força que manteve seus segredos as 2 coisas, aliás, sempre estiveram diretamente ligadas. Pense na seguinte situação: sua vizinha está promovendo reuniões semanais na casa dela, mas não permite que você participe. Mais do que isso, ela se recusa a revelar o que está sendo discutido lá dentro. Se você tiver um mínimo instinto de paranóia e a maioria de nós tem vai achar que a dona está tramando contra você. A mesma lógica funciona para os maçons. Muitas das acusações contra a fraternidade começaram com perguntas do tipo se é tudo boa gente, então por que raios eles não revelam o que estão fazendo?Assim, manter segredo mostrou-se uma ótima maneira de atrair desconfianças. Mas a verdade é que para além do mistério existe o fato de que as lojas maçônicas serviram, sim, de espaço para a agitação política. Seus ideais espelhados no iluminismo inspiraram e muitos de seus integrantes se engajaram em revoluções que chacoalharam o mundo, derrubaram governos e cortaram cabeças coroadas. Ser maçom nos séculos 18 e 19 era um pouco como ser de esquerda no começo do século 20. Em geral, eram pessoas liberais, receptivas a novas ideologias e preocupadas em reorganizar a sociedade, diz Andrew Prescott, diretor do Centro de Estudos da Maçonaria da Universidade de Sheffield, na Inglaterra. A conseqüência óbvia dessa atuação foi que a ordem freqüentou os primeiros lugares da lista de maiores inimigos das monarquias absolutistas. O efeito colateral indesejado foi que quanto mais a maçonaria era acusada de conspiradora pelos líderes aristocratas, mais ela se fortalecia. É uma espécie de autoprofecia que se cumpre.
Se as lojas maçônicas eram apontadas pelos inimigos como o lugar em que revoluções eram planejadas, então era lá que os jovens revolucionários queriam estar, afirma Jasper Ridley.A Revolução Francesa, por exemplo, fez da visão de mundo maçônica (liberdade para adorar qualquer deus, igualdade entre nobres e plebeus e fraternidade entre os membros do mesmo grupo) o mote do novo país que pretendia construir. E transformou uma música originalmente composta e cantada na loja maçônica de Marselha, em hino nacional rebatizado de La Marseillaise, A Marselhesa. Segundo Ridley, porém, são exageradas as afirmações de que a maçonaria liderou a revolução. Marat, ideólogo de uma das alas mais radicais da revolução, e La Fayette, o militar aristocrata que aderiu ao movimento popular, eram maçons. Mas Danton e Robespierre, os 2 mais importantes líderes da França após a revolução, não.Mais ativa foi a influência na independência americana. Pelo menos 9 das 55 assinaturas da Declaração de Independência vinham da maçonaria, assim como um terço dos 39 homens que aprovaram a primeira Constituição do país. Benjamin Franklin, um dos principais articuladores da independência, era maçom até o último fio dos poucos (mas longos) cabelos que tinha. E George Washington, líder dos rebelados, teria aparecido de avental maçônico na cerimônia de lançamento da pedra fundamental da cidade que leva o seu nome.
Hoje, há quem afirme que durante sua construção a capital americana foi recheada de símbolos maçônicos e, no mercado editorial, especula-se que a arquitetura da cidade será o ponto de partida para o próximo livro de Dan Brown O Código da Vinci. Talvez o autor também dê nova explicação para as imagens que decoram a cédula de 1 dólar, como o olho que tudo vê e a pirâmide luminosa, que parecem inspiradas na maçonaria uma ligação que nunca foi admitida pelos desenhistas da nota.
Ventos maçônicos também foram sentidos na América do Sul. Na loja Lautaro, que tinha braços espalhados pelo continente (o nome é homenagem ao índio que liderou uma revolta contra os espanhóis no século 16), costumavam se reunir Simón Bolívar, José de San Martín e Bernardo OHiggins, todos líderes da independência no continente.
No Brasil, eram integrantes, entre outros, José Bonifácio de Andrada e Silva, o barão do Rio Branco e o príncipe regente e depois imperador Pedro I. Apelidado de Guatimozim, nome do último chefe asteca, D. Pedro teve ascensão meteórica na fraternidade. Foi iniciado em 2 de agosto de 1822 e promovido a mestre 3 dias depois. Menos de 2 meses mais tarde, já era grão-mestre da ordem no Brasil, cargo máximo que poderia atingir. Na mesma velocidade, passaram-se apenas 17 dias até que, já imperador, ele proibisse as atividades maçônicas no Brasil.
A maçonaria é uma fraternidade e durante as sessões todos se tratam por irmãos e são iguais. Quando percebeu que nesse círculo ele poder ter seu poder questionado e não seria apenas o imperador, D. Pedro deixou a ordem e proibiu seus trabalhos, diz o historiador Marco Morel, da Uerj.Nada que tenha afastado os irmãos das atividades políticas. Pior para os sucessores de Guatimozim: legalizada em 1831, grande parte da maçonaria se aliou ao movimento abolicionista, anticlerical e mais tarde republicano para forçar a queda da monarquia no Brasil.
Apesar de existirem muitos maçons monarquistas e escravocratas, a luta contra o poder da Igreja colocou a organização na linha de frente da defesa de um estado laico, como o estabelecido em 1891 pela primeira Constituição republicana. Para os adversários, foi a comprovação do caráter conspirador da ordem.
Os maçons diziam agir dentro de sua filosofia: lutavam por um país mais racional, e com ordem, que só assim chegaria ao progresso.Os segredosE o segredo, você deve estar perguntando.
Qual é o grande segredo da maçonaria, aquele que aguçou séculos de curiosidade?
O segredo consiste de rituais e códigos. São apenas algumas palavras, diz Andrew Prescott, da Universidade de Sheffield. O negócio é que os maçons cultivam com cuidado o silêncio. Quem já viu um texto maçônico sabe disso. As frases tem abreviações aparentemente indecifráveis. Mas a coisa até que é simples. Algumas palavras são reduzidas a sílabas e acrescidas dos 3 pontos em forma de delta o mesmo símbolo que aparece ao lado da assinatura de um maçom. Loj é Loja; Ir é irmão, como os maçons se referem uns aos outros; Prof é profano, ou seja, quem não é da maçonaria. Há palavras reduzidas às iniciais e duplicadas em caso de plural. VVig quer dizer vigilantes; AApr , aprendizes. G A D U é o Grande Arquiteto do Universo. Também é comum ver inscrições que devem ser lidas da direita para a esquerda, numa referência ao alfabeto hebraico. MOCAM, por exemplo, quer dizer maçom.Existem ainda toques e sinais para quem é da maçonaria. E esses são os mais secretos. No aperto de mãos, por exemplo, maçons se reconheceriam ao encostar o indicador no punho de quem está sendo cumprimentado. Outro sinal para identificação fora dos templos seria passar a mão pelo cabelo, virando-a durante o movimento. E como durante as cerimônias os maçons devem estar sempre eretos, uma maneira de se comunicar em lugares públicos é endireitar a coluna e colocar os pés em forma de esquadro. O abraço maçônico, presente em vários rituais, consiste em colocar um braço por cima e outro por baixo, em X, bater 3 vezes nas costas e trocar de posição outras 3 vezes.
Outra corrente de pesquisadores afirma que o segredo maçônico é uma coisa íntima, que nasce no fundo do coração de cada maçom. Afinal, se para os que estão do lado de fora a maçonaria é uma organização com forte inclinação para a política, para os que estão do lado de dentro tão ou mais importante é o conhecimento intelectual.
O segredo é uma espécie de viagem espiritual que o iniciado faz e que dificilmente poderia exprimir-se com palavras. É algo que o maçom guarda para si. Quanto mais velho, mais volumoso é o seu segredo, composto dos resquícios de suas experiências de vida, diz Jesus Hortal, reitor da PUC-RJ, em seu livro Maçonaria e Igreja.Tantas hipóteses para explicar qual seria o mistério maçônico fez surgir até o grupo dos céticos. Gente como o filósofo John Locke, que sugeriu que o grande segredo guardado pela maçonaria é que não existe segredo nenhum. O que, cá entre nós, seria uma revelação de proporções nada desprezíveis. Mesmo que a inexistência de algum segredo seja o grande segredo maçônico, não é uma pequena proeza manter isso em segredo, afirmou Locke.
Basicamente, discutem o caminho que o planeta deve tomar. E o rumo proposto é o da Luz, como eles se referem ao pensamento racional. A idéia é que se cada indivíduo refletir sobre suas atitudes e buscar sempre o caminho do bem e da perfeição, a sociedade vai caminhar naturalmente para o progresso".
LAGO NETORIO DE JANEIRO(RJ)24/06/2008 - DIA DE SÃO JOÃO
Vamos fazer um acordo: eu conto um segredo e você, portaleiro, promete não revelá-lo a ninguém.
Antes de topar o trato, você precisa saber que os outros que lerem este tópico conhecerão o mesmo segredo. Mas elas também se comprometerão a ficar de bico fechado. Agora, cá entre nós: quais as chances de nenhum dos envolvidos quebrar o trato e contar o que ficou sabendo para a patroa que por sua vez vai contar para a irmã, que vai dividir a novidade com as amigas do salão de beleza e daí para o mundo?
Você apostaria na possibilidade de mantermos o tal segredo em sigilo?Na cabeça de muita gente, a maçonaria foi capaz dessa proeza. Uma tarefa árdua. Os integrantes da mais conhecida entre as organizações secretas guardariam um grande segredo bombástico, revelado somente para quem concorda em ser iniciado numa sessão cercada de mistério. Em nome da honestidade jornalística, é preciso dizer logo no início da reportagem que se os maçons escondem um informação dessas capazes de mudar o rumo do mundo, este repórter e os estudiosos mais influentes do tema foram incapazes de descobrir do que se trata.
Por outro lado, são vários os rituais, símbolos e conchavos políticos que deveriam ficar restritos às 4 paredes (obrigatoriamente sem janelas) de um templo maçônico, mas que estão descritos nas próximas páginas.
Segredos e histórias que foram reveladas a gente graúda como Benjamin Franklin, Simón Bolívar, pelo menos 17 presidentes americanos e D. Pedro I que entre os maçons brasileiros atendia pelo exótico apelido de Guatimozim. Nas próximas páginas, você se juntará a eles.
A história
Para quem gosta tanto de segredos, nada melhor do que começar a própria história com um relato misterioso e que não pode ser comprovado. A origem da palavra maçom está no inglês, mason, que quer dizer pedreiro. Por isso, é forte a crença de que os primeiros integrantes da organização davam duro em canteiros de obras do passado. A lenda mais famosa conta que a origem da maçonaria está na construção do grande templo de Salomão, em Jerusalém, narrada no Velho Testamento. Durante a obra, Hiram Abiff, o engenheiro-chefe, foi assassinado por 3 de seus pupilos. O motivo do crime é nebuloso, mas envolveria segredos de engenharia guardados por Hiram e uma disputa por promoções de cargo. O fato é que Hiram foi para o túmulo, mas não revelou o que sabia. Além de mártir, virou exemplo de bom comportamento maçônico. Para muitos maçons, é aí que começa a sua história, apesar de existir quem defenda que Moisés, os construtores da Torre de Babel e até Deus são maçons afinal, o todo-poderoso não construiu o mundo em 6 dias?
Outra tese, também sem comprovação, é defendida por historiadores maçônicos como Christopher Knight e Robert Lomas e aponta a maçonaria como herdeira direta dos poucos cavaleiros templários que não foram trucidados por ordem do papa e do rei da França entre 1307 e 1314. Pesquisadores independentes, porém, acreditam que a origem da maçonaria moderna estaria nas corporações de ofício, espécie de sindicatos da Idade Média. Especificamente na corporação dos pedreiros, que reunia alguns dos trabalhadores mais qualificados da Europa gente que construía catedrais gigantescas, como a belíssima abadia de Westminster, na Inglaterra, que recebe fiéis até hoje. Como esses truques profissionais significavam bons salários, era natural que os masons cultivassem o hábito de mantê-los em segredo. Ficou conhecida como maçonaria operativa esse período em que os integrantes da ordem colocavam a mão na massa.Entre os séculos 16 e 17, as técnicas de construção começaram a perder valor e as corporações mudaram o tom das reuniões. Especialmente na Grã-Bretanha, elas ganharam traços de alquimia e rituais simbólicos. Também se abriram para quem não trabalhasse com construção, mas topasse guardar segredo sobre o que acontecia nos encontros. Começou a fase da maçonaria especulativa, voltada para o conhecimento filosófico que dura até hoje.O crescimento atraiu nobres. Era chique participar daqueles encontros com ar de sarau secreto. Os antigos trabalhadores, por sua vez, adoravam estar ao lado da nobreza. Em cidades da Inglaterra, surgiram lojas (como são chamados os grupos de reunião) e, em 1717, 4 delas se reuniram para fundar a Grande Loja de Londres, o Vaticano da maçonaria, até hoje a mais importante instituição mundial da ordem. 5 anos mais tarde foi escrita a Constituição de Anderson, texto redigido pelo maçom James Anderson que colocava no papel todas as normas e rituais transmitidos oralmente. As lojas escolheram também seu primeiro grão-mestre, um sujeito chamado Anthony Sayer, que estava longe do glamour que o cargo teria no futuro, quando seria ocupado até por herdeiros do trono inglês. Quando morreu, Sayer era um simples vendedor de livros em Covent Garden, região de Londres que até hoje é sede de uma feirinha dessas com jeitão alternativo.
Idéias
Mas o que esses homens faziam e ainda fazem em suas reuniões?
Basicamente, discutem o caminho que o planeta deve tomar. E o rumo proposto é o da Luz, como eles se referem ao pensamento racional. A idéia é que se cada indivíduo refletir sobre suas atitudes e buscar sempre o caminho do bem e da perfeição, a sociedade vai caminhar naturalmente para o progresso.
É uma filosofia, uma maneira de encarar o mundo, que foi um bocado revolucionária ao surgir no século 18, época em que reis controlavam o corpo e a Igreja, as mentes das pessoas. Para debater idéias, maçons criaram uma série de regras e tradições o historiador inglês Eric Hobsbawn diz que o período do surgimento da maçonaria especulativa foi especialmente rico no que ele chama de invenção de tradições, muito por causa das rápidas transformações que a sociedade vivia com mudanças nos costumes sociais e na divisão do poder. Foi nessa mesma época que surgiriam outras organizações do tipo, como a Rosacruz e a Iluminati .A maçonaria, que acabaria sendo a mais forte e poderosa de todas, se desenvolveu como uma fraternidade que funciona como Estado, com hierarquias e legislação. E cada maçom tem liberdade de pensamento.
No fundo, a maçonaria não é uma, são várias. E ao contrário do que muitos pensam, a ordem não formou um grupo uniforme. Cada país teve autonomia para definir seus rumos e caminhos, o que fez a ordem ter inclinações diferentes ao redor do globo: na Inglaterra e no Brasil, era ligada à aristocracia política; na França, anticlerical e pragmática; na Itália, revolucionária.Diferenças entre as maçonarias existem. Mas também há muita coisa em comum em especial, as regras e os rituais. Ser admitido na maçonaria, por exemplo, requer paciência em qualquer lugar do mundo. O candidato precisa ser convidado por um maçom, passar por entrevistas e ter a vida investigada por integrantes da ordem. São aceitos apenas homens que acreditam em Deus, têm pelo menos 21 anos e nenhuma deficiência física.As sessões acontecem em templos cheios de simbologia. Entrar num templo maçônico é mergulhar num espaço codificado, diz o sociólogo José Rodorval, da Universidade Federal de Sergipe e autor de uma tese de doutorado sobre a maçonaria.
O templo não tem janelas e a entrada é voltada para o ocidente, onde a pintura é mais escura. No outro extremo, o oriente é mais claro para a maçonaria, é dali que vem o conhecimento. É nessa área também que fica o altar de onde a autoridade mais alta comanda a sessão. Nas paredes, há 12 colunas, uma corda com 81 nós e outros símbolos como as pedras bruta e polida, que representam os momentos pré e pós-iniciação.Durante as cerimônias, os homens vestem aventais para venerar o Grande Arquiteto do Universo, como eles se referem a Deus. Mas um Deus tratado dentro dos valores de tolerância religiosa do deísmo, tradição que recusa a idéia de que uma instituição tem o poder para fazer a ligação com o divino. E por isso um maçom pode ser judeu, católico, muçulmano.
Nas sessões, Deus tem um nome específico. Esse nome é um dos segredos mais bem guardados da maçonaria, diz o historiador Jasper Ridley, que escreveu The Freemasons (Os Maçons, sem tradução em português). Mas Ridley entrega o ouro: o criador é chamado de Jahbulon, uma corruptela que reúne os nomes sagrados de Jeová, Baal e Osíris.Essas reuniões religiosas misteriosas, adivinhem só, colocaram a maçonaria em rota de colisão com o Vaticano. Tanto que 2 bulas papais condenando a ordem chegaram a ser emitidas por Clemente 12 e Bento 14. Como outros governos, o Vaticano também se molestava com a atmosfera de segredo com a qual se cercava a maçonaria, diz o historiador espanhol Jose Benimeli no livro Maçonaria e Igreja Católica. A tensão hoje é menor, mas ainda existe. Em 1983, quando comandava a Congregação para a Doutrina da Fé, o hoje papa Bento 16 publicou a Declaração sobre as associações maçônicas. O texto não deixa dúvidas: Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em pecado grave, escreveu.jeferson silveira:Revoluções e conspiraçõesO Vaticano é apenas um dos desafetos da maçonaria. Ao longo da história, a ordem colecionou inimigos com a mesma força que manteve seus segredos as 2 coisas, aliás, sempre estiveram diretamente ligadas. Pense na seguinte situação: sua vizinha está promovendo reuniões semanais na casa dela, mas não permite que você participe. Mais do que isso, ela se recusa a revelar o que está sendo discutido lá dentro. Se você tiver um mínimo instinto de paranóia e a maioria de nós tem vai achar que a dona está tramando contra você. A mesma lógica funciona para os maçons. Muitas das acusações contra a fraternidade começaram com perguntas do tipo se é tudo boa gente, então por que raios eles não revelam o que estão fazendo?Assim, manter segredo mostrou-se uma ótima maneira de atrair desconfianças. Mas a verdade é que para além do mistério existe o fato de que as lojas maçônicas serviram, sim, de espaço para a agitação política. Seus ideais espelhados no iluminismo inspiraram e muitos de seus integrantes se engajaram em revoluções que chacoalharam o mundo, derrubaram governos e cortaram cabeças coroadas. Ser maçom nos séculos 18 e 19 era um pouco como ser de esquerda no começo do século 20. Em geral, eram pessoas liberais, receptivas a novas ideologias e preocupadas em reorganizar a sociedade, diz Andrew Prescott, diretor do Centro de Estudos da Maçonaria da Universidade de Sheffield, na Inglaterra. A conseqüência óbvia dessa atuação foi que a ordem freqüentou os primeiros lugares da lista de maiores inimigos das monarquias absolutistas. O efeito colateral indesejado foi que quanto mais a maçonaria era acusada de conspiradora pelos líderes aristocratas, mais ela se fortalecia. É uma espécie de autoprofecia que se cumpre.
Se as lojas maçônicas eram apontadas pelos inimigos como o lugar em que revoluções eram planejadas, então era lá que os jovens revolucionários queriam estar, afirma Jasper Ridley.A Revolução Francesa, por exemplo, fez da visão de mundo maçônica (liberdade para adorar qualquer deus, igualdade entre nobres e plebeus e fraternidade entre os membros do mesmo grupo) o mote do novo país que pretendia construir. E transformou uma música originalmente composta e cantada na loja maçônica de Marselha, em hino nacional rebatizado de La Marseillaise, A Marselhesa. Segundo Ridley, porém, são exageradas as afirmações de que a maçonaria liderou a revolução. Marat, ideólogo de uma das alas mais radicais da revolução, e La Fayette, o militar aristocrata que aderiu ao movimento popular, eram maçons. Mas Danton e Robespierre, os 2 mais importantes líderes da França após a revolução, não.Mais ativa foi a influência na independência americana. Pelo menos 9 das 55 assinaturas da Declaração de Independência vinham da maçonaria, assim como um terço dos 39 homens que aprovaram a primeira Constituição do país. Benjamin Franklin, um dos principais articuladores da independência, era maçom até o último fio dos poucos (mas longos) cabelos que tinha. E George Washington, líder dos rebelados, teria aparecido de avental maçônico na cerimônia de lançamento da pedra fundamental da cidade que leva o seu nome.
Hoje, há quem afirme que durante sua construção a capital americana foi recheada de símbolos maçônicos e, no mercado editorial, especula-se que a arquitetura da cidade será o ponto de partida para o próximo livro de Dan Brown O Código da Vinci. Talvez o autor também dê nova explicação para as imagens que decoram a cédula de 1 dólar, como o olho que tudo vê e a pirâmide luminosa, que parecem inspiradas na maçonaria uma ligação que nunca foi admitida pelos desenhistas da nota.
Ventos maçônicos também foram sentidos na América do Sul. Na loja Lautaro, que tinha braços espalhados pelo continente (o nome é homenagem ao índio que liderou uma revolta contra os espanhóis no século 16), costumavam se reunir Simón Bolívar, José de San Martín e Bernardo OHiggins, todos líderes da independência no continente.
No Brasil, eram integrantes, entre outros, José Bonifácio de Andrada e Silva, o barão do Rio Branco e o príncipe regente e depois imperador Pedro I. Apelidado de Guatimozim, nome do último chefe asteca, D. Pedro teve ascensão meteórica na fraternidade. Foi iniciado em 2 de agosto de 1822 e promovido a mestre 3 dias depois. Menos de 2 meses mais tarde, já era grão-mestre da ordem no Brasil, cargo máximo que poderia atingir. Na mesma velocidade, passaram-se apenas 17 dias até que, já imperador, ele proibisse as atividades maçônicas no Brasil.
A maçonaria é uma fraternidade e durante as sessões todos se tratam por irmãos e são iguais. Quando percebeu que nesse círculo ele poder ter seu poder questionado e não seria apenas o imperador, D. Pedro deixou a ordem e proibiu seus trabalhos, diz o historiador Marco Morel, da Uerj.Nada que tenha afastado os irmãos das atividades políticas. Pior para os sucessores de Guatimozim: legalizada em 1831, grande parte da maçonaria se aliou ao movimento abolicionista, anticlerical e mais tarde republicano para forçar a queda da monarquia no Brasil.
Apesar de existirem muitos maçons monarquistas e escravocratas, a luta contra o poder da Igreja colocou a organização na linha de frente da defesa de um estado laico, como o estabelecido em 1891 pela primeira Constituição republicana. Para os adversários, foi a comprovação do caráter conspirador da ordem.
Os maçons diziam agir dentro de sua filosofia: lutavam por um país mais racional, e com ordem, que só assim chegaria ao progresso.Os segredosE o segredo, você deve estar perguntando.
Qual é o grande segredo da maçonaria, aquele que aguçou séculos de curiosidade?
O segredo consiste de rituais e códigos. São apenas algumas palavras, diz Andrew Prescott, da Universidade de Sheffield. O negócio é que os maçons cultivam com cuidado o silêncio. Quem já viu um texto maçônico sabe disso. As frases tem abreviações aparentemente indecifráveis. Mas a coisa até que é simples. Algumas palavras são reduzidas a sílabas e acrescidas dos 3 pontos em forma de delta o mesmo símbolo que aparece ao lado da assinatura de um maçom. Loj é Loja; Ir é irmão, como os maçons se referem uns aos outros; Prof é profano, ou seja, quem não é da maçonaria. Há palavras reduzidas às iniciais e duplicadas em caso de plural. VVig quer dizer vigilantes; AApr , aprendizes. G A D U é o Grande Arquiteto do Universo. Também é comum ver inscrições que devem ser lidas da direita para a esquerda, numa referência ao alfabeto hebraico. MOCAM, por exemplo, quer dizer maçom.Existem ainda toques e sinais para quem é da maçonaria. E esses são os mais secretos. No aperto de mãos, por exemplo, maçons se reconheceriam ao encostar o indicador no punho de quem está sendo cumprimentado. Outro sinal para identificação fora dos templos seria passar a mão pelo cabelo, virando-a durante o movimento. E como durante as cerimônias os maçons devem estar sempre eretos, uma maneira de se comunicar em lugares públicos é endireitar a coluna e colocar os pés em forma de esquadro. O abraço maçônico, presente em vários rituais, consiste em colocar um braço por cima e outro por baixo, em X, bater 3 vezes nas costas e trocar de posição outras 3 vezes.
Outra corrente de pesquisadores afirma que o segredo maçônico é uma coisa íntima, que nasce no fundo do coração de cada maçom. Afinal, se para os que estão do lado de fora a maçonaria é uma organização com forte inclinação para a política, para os que estão do lado de dentro tão ou mais importante é o conhecimento intelectual.
O segredo é uma espécie de viagem espiritual que o iniciado faz e que dificilmente poderia exprimir-se com palavras. É algo que o maçom guarda para si. Quanto mais velho, mais volumoso é o seu segredo, composto dos resquícios de suas experiências de vida, diz Jesus Hortal, reitor da PUC-RJ, em seu livro Maçonaria e Igreja.Tantas hipóteses para explicar qual seria o mistério maçônico fez surgir até o grupo dos céticos. Gente como o filósofo John Locke, que sugeriu que o grande segredo guardado pela maçonaria é que não existe segredo nenhum. O que, cá entre nós, seria uma revelação de proporções nada desprezíveis. Mesmo que a inexistência de algum segredo seja o grande segredo maçônico, não é uma pequena proeza manter isso em segredo, afirmou Locke.
Sexta-feira, Janeiro 11, 2008
COSMO

O PROPÓSITO MAIOR DA VIDA DE CADA SER É CUMPRIR UMA FINALIDADE PARTICULAR NA CADEIA CÓSMICA...
Sabemos que existe uma Consciência Cósmica, uma grande Energia de Luz e Amor inteligente, criadora do Universo e da Vida. Esta Consciência Cósmica criou o Universo com uma finalidade útil, desde um simples átomo até uma extensa galáxia, tudo existe desempenhando um determinado papel, imprescindível, que interage entre si formando o todo, o "HOLOS".
Dentro desse todo cada ser vivo desempenha uma finalidade específica e nós, Seres Humanos, além do nosso papel como seres vivos, num corpo físico, temos um propósito maior, espiritual, que é a nossa evolução para o amor e a plenitude do ser. Todos temos a missão de nos tornar plenamente felizes; procurar um sentido para a vida é encontrar o nosso Eu verdadeiro, através da busca constante do auto-conhecimento e do desenvolvimento do nosso potencial como Seres Essenciais que somos.
Segunda-feira, Janeiro 07, 2008
Domingo, Janeiro 06, 2008
GENGHIS KHAN (Temujin)
Nos primórdios dos tempos, idos anos 1155 DC, no oriente os povos viviam reunidos em tribos e desta forma conseguiam sobreviver às dificuldades de conseguirem alimentos e manterem a segurança do agrupamento.
Foi numa destas tribos que nasceu uma criança com seu destino já definido por seus ancestrais, principalmente pela característica de ter vindo ao mundo com um coágulo de sangue na mão. Diziam os sacerdotes que era um sinal de que aquele jovem seria um grande conquistador, guerreiro, mas também teria que disputar poder com seu próprio irmão de sangue.
O tempo foi passando e aquele menino começou a destacar-se nos jogos e disputas esportivas da sua tribo.
Passado alguns anos e surgiram as primeiras disputas familiares, conduzindo o sistema a rivalidades que terminaram dividindo a própria tribo devido a interesses diversos. Em 1206 foi aclamado Guerreiro Perfeito(Chingis). O jovem guerreiro liderou uma facção e seu irmão liderou o outro grupo dissidente. Da disputa resultou que a tribo foi dividida em dois agrupamentos. O conjunto liderado pelo irmão do jovem teve de ceder e evadiu-se, procurando abrigo em distantes montanhas da Mongólia.
O Jovem guerreiro afirmava-se a cada dia como líder nato e procurava oferecer ao seu povo o melhor conforto, enquanto preparava com grande prestígio os seus pares para possíveis invasões de tribos rivais.
Decorrido uns seis meses em que a facção retirante vivia nas distantes montanhas, de repente surgiu à porta da tenda do jovem guerreiro, dois súditos conduzindo preso o irmão do nosso líder. Traziam-no seguro para entregá-lo ao grande chefe para que fosse devidamente punido pela dissidência. O jovem vendo a cena mandou que seus soldados prendessem os condutores e soltassem o seu irmão, oferecendo perdão aos seus atos desde que se juntasse aos seus objetivos e reunisse as tribos.
Era costume na época punir-se os generais inimigos, jogando-os em rituais canibais, em enormes vasos de barro cheios de água fervente para o sacrifício.
O dissidente não concordou com o irmão e pediu que tivesse um fim digno sem derramamento de sangue. O jovem guerreiro, então, mandou que punissem seu irmão dissidente, quebrando-lhe a coluna, ao que foi conduzido.
As tribos a partir de então juntaram-se novamente sob o comando do jovem guerreiro.
Por volta do ano 1211 não contendo-se com seu status resolveu organizar-se para novas conquistas de territórios em direção ao leste.
O povo era muito aguerrido e como era bem conduzido foi avançando as fronteiras para o leste, devastando o que encontrava pela frente.
Agregou ao seu território tradicionais nações vizinhas como a Pérsia, a Índia e outros países.
Pouco tempo depois, achou-se em condições de conquistar o paraíso do Oriente, Bejin, hoje Pequim.
Nessa cidade vivia o povo mais rico do mundo conhecido. Tudo lá era espetacular. Os avanços tecnológicos e o comércio de especiarias transformava Bejin no centro do mundo civilizado.
O nosso jovem guerreiro priorizou a conquista daquelas terras.
Em suas conquistas tinha como norma a destruição total do inimigo e o proveito máximo dos tesouros além do desfrute das melhores e mais belas mulheres conquistadas de seus inimigos.
A conquista daquele objetivo era realmente um ato muito ambicioso e difícil de ser realizado.
Reuniu seus soldados, cerca de duzentos mil, armou-os com as melhores armas e cavalos e intruiu-os aguerridamente e avançou em direção ao seu objetivo.
Entrou na China pelo norte e a cada povoação que encontrava não poupava ninguém, arrasando a população e suas cidades e povoados.
Ao aproximar-se de Benjin foi surpreendido por enorme barreira. Os chineses haviam constuido um muro com treze metros de altura e quilômetros de extensão e muitas torres de observação em defesa da cidade.
O nosso jovem conquistador então resolveu agir de forma inteligente. Estacionou sua tropa nas proximidades da fortificação e iniciou uma ação estratégica: não permitir que suprimentos vindos do interior do país chegassem à capital, enfraquecendo as reservas de alimentos e também as especiarias destinadas à exportação.
Ao mesmo tempo, foi acolhendo os engenheiros e técnicos do exército chinês que por qualquer razão abandonavam suas colunas.
Esses engenheiros eram então muito bem tratados e incentivados a inventarem artefatos que pudessem auxiliar na transposição daquela imensa barreira.
Foi assim que inventaram enormes cataculpas e outros artifícios que facilitassem galgar aquele obstáculo que impedia o avanço das tropas conquistadoras.
Assim, o nosso jovem guerreiro, usando desses recursos arremessou imensas pedras transformadas em bombas incandescentes sobre a instransponível muralha, desanimando as tropas resistentes. Chegou ao ponto em que o General Comandante das Tropas de Benjin não resistindo aos ataques, suicidou-se.
As tropas invasoras desta forma atingiram seu objetivo e arrasaram Benjin.
Para diminuir as baixas, os invasores vestiram seus soldados com roupas de seda para que fosse facilitada a retirada de lanças dos corpos atingiados pelos inimigos.
Contam os historiadores que passado um ano, após o ataque, ainda era difícil caminhar pelas ruas de Benjin pois a gordura dos corpos inimigos abatidos espalhava-se pelos passeios públicos.
Depois dessa conquista o Grande Guerreiro Mongol que já reunia o maior território de uma nação civilizada no mundo resolveu oferecer a recompensa ao seu povo dando-lhe o merecido conforto, alimento, saúde, segurança e educação.
Não contentando-se, resolveu expandir seus negócios para o oeste.
Diferente do processo anterior decidiu avançar de forma diplomática, nomeando embaixadores na Rússia, na Turquia e vários outros países do ocidente.
Organizou excelente rede de comunicação em que a cada quarenta quilômetros havia um posto de controle e que ajudava na eficiência do sistema.
Por volta de 1224 em pleno sucesso de seu governo e de relações com os povos do ocidente e que já atingia a Turquia recebeu uma mensagem urgente transportada por seus eficientes cavaleiros: era uma mensagem trazida da Europa que contemplava a cabeça do embaixador da Mongólia naquele país.
Imediatamente Genghis Khan armou seu exército e comandou o avanço em direção ao inimigo.
O Grande Guerreiro a esta altura cercou-se do conselho dos maiores sábios e sacerdotes do seu povo, exigindo que lhe proporcionassem longa vida, livre de seus rivais. Fala-se que os sacerdotes aconselharam que deveria ter uma vida mais disciplinada e se abstivesse do sexo. Não tem-se notícias sobre a observação dos conselhos.
Dominava desde o norte da China, norte da Índia até a Turquia, Iraque e para o norte até as proximidades do Oceano Ártico. Seu Império ia do Mar Amarelo ao Mar Negro. Além de Grande Chefe Militar foi criador de um Sistema político estável.
Na defesa de seu território, em 1227,caiu em combate, morrendo. Mesmo moribundo, pediu a seu sucessor, seu filho, que fosse enterrado em lugar esmo e desconhecido da população.
Os generais que acompanharam o seu funeral foram todos eliminados de forma que ninguém fosse testemunha daquele ato.
Conta-se que mais tarde sacerdotes do seu povo examinando um humilde templo integrante de suas conquistas identificaram um enorme Buda de Argila em seu interior. A análise fazia parte de um estudo para que por aquele local passasse uma estrada. Decidido foi então retirar a enorme estátua. Iniciados os trabalhos não conseguiram remove-la pois era muito pesada. No final da jornada sem êxito, iniciou-se uma forte chuva e a noite um sacerdote, usando uma lamparina foi prestar honras a Buda.
A luz da lamparina refletiu de forma muito intensa em pequena fenda que fora feita na tentativa de remoção e viu que o Buda fora esculpido em enorme bloco de ouro maciço e que estava coberto por grossa camada de argila na tentativa de ocultar o grande tesouro. Mais adiante foi avaliado que a escultura pesava em torno de 1500 quilos em ouro.
O sucessor de Genghys Khan ainda dominou aqueles territórios conquistados por seu pai por alguns anos, mas aos poucos caiu em decadência.
Foi numa destas tribos que nasceu uma criança com seu destino já definido por seus ancestrais, principalmente pela característica de ter vindo ao mundo com um coágulo de sangue na mão. Diziam os sacerdotes que era um sinal de que aquele jovem seria um grande conquistador, guerreiro, mas também teria que disputar poder com seu próprio irmão de sangue.
O tempo foi passando e aquele menino começou a destacar-se nos jogos e disputas esportivas da sua tribo.
Passado alguns anos e surgiram as primeiras disputas familiares, conduzindo o sistema a rivalidades que terminaram dividindo a própria tribo devido a interesses diversos. Em 1206 foi aclamado Guerreiro Perfeito(Chingis). O jovem guerreiro liderou uma facção e seu irmão liderou o outro grupo dissidente. Da disputa resultou que a tribo foi dividida em dois agrupamentos. O conjunto liderado pelo irmão do jovem teve de ceder e evadiu-se, procurando abrigo em distantes montanhas da Mongólia.
O Jovem guerreiro afirmava-se a cada dia como líder nato e procurava oferecer ao seu povo o melhor conforto, enquanto preparava com grande prestígio os seus pares para possíveis invasões de tribos rivais.
Decorrido uns seis meses em que a facção retirante vivia nas distantes montanhas, de repente surgiu à porta da tenda do jovem guerreiro, dois súditos conduzindo preso o irmão do nosso líder. Traziam-no seguro para entregá-lo ao grande chefe para que fosse devidamente punido pela dissidência. O jovem vendo a cena mandou que seus soldados prendessem os condutores e soltassem o seu irmão, oferecendo perdão aos seus atos desde que se juntasse aos seus objetivos e reunisse as tribos.
Era costume na época punir-se os generais inimigos, jogando-os em rituais canibais, em enormes vasos de barro cheios de água fervente para o sacrifício.
O dissidente não concordou com o irmão e pediu que tivesse um fim digno sem derramamento de sangue. O jovem guerreiro, então, mandou que punissem seu irmão dissidente, quebrando-lhe a coluna, ao que foi conduzido.
As tribos a partir de então juntaram-se novamente sob o comando do jovem guerreiro.
Por volta do ano 1211 não contendo-se com seu status resolveu organizar-se para novas conquistas de territórios em direção ao leste.
O povo era muito aguerrido e como era bem conduzido foi avançando as fronteiras para o leste, devastando o que encontrava pela frente.
Agregou ao seu território tradicionais nações vizinhas como a Pérsia, a Índia e outros países.
Pouco tempo depois, achou-se em condições de conquistar o paraíso do Oriente, Bejin, hoje Pequim.
Nessa cidade vivia o povo mais rico do mundo conhecido. Tudo lá era espetacular. Os avanços tecnológicos e o comércio de especiarias transformava Bejin no centro do mundo civilizado.
O nosso jovem guerreiro priorizou a conquista daquelas terras.
Em suas conquistas tinha como norma a destruição total do inimigo e o proveito máximo dos tesouros além do desfrute das melhores e mais belas mulheres conquistadas de seus inimigos.
A conquista daquele objetivo era realmente um ato muito ambicioso e difícil de ser realizado.
Reuniu seus soldados, cerca de duzentos mil, armou-os com as melhores armas e cavalos e intruiu-os aguerridamente e avançou em direção ao seu objetivo.
Entrou na China pelo norte e a cada povoação que encontrava não poupava ninguém, arrasando a população e suas cidades e povoados.
Ao aproximar-se de Benjin foi surpreendido por enorme barreira. Os chineses haviam constuido um muro com treze metros de altura e quilômetros de extensão e muitas torres de observação em defesa da cidade.
O nosso jovem conquistador então resolveu agir de forma inteligente. Estacionou sua tropa nas proximidades da fortificação e iniciou uma ação estratégica: não permitir que suprimentos vindos do interior do país chegassem à capital, enfraquecendo as reservas de alimentos e também as especiarias destinadas à exportação.
Ao mesmo tempo, foi acolhendo os engenheiros e técnicos do exército chinês que por qualquer razão abandonavam suas colunas.
Esses engenheiros eram então muito bem tratados e incentivados a inventarem artefatos que pudessem auxiliar na transposição daquela imensa barreira.
Foi assim que inventaram enormes cataculpas e outros artifícios que facilitassem galgar aquele obstáculo que impedia o avanço das tropas conquistadoras.
Assim, o nosso jovem guerreiro, usando desses recursos arremessou imensas pedras transformadas em bombas incandescentes sobre a instransponível muralha, desanimando as tropas resistentes. Chegou ao ponto em que o General Comandante das Tropas de Benjin não resistindo aos ataques, suicidou-se.
As tropas invasoras desta forma atingiram seu objetivo e arrasaram Benjin.
Para diminuir as baixas, os invasores vestiram seus soldados com roupas de seda para que fosse facilitada a retirada de lanças dos corpos atingiados pelos inimigos.
Contam os historiadores que passado um ano, após o ataque, ainda era difícil caminhar pelas ruas de Benjin pois a gordura dos corpos inimigos abatidos espalhava-se pelos passeios públicos.
Depois dessa conquista o Grande Guerreiro Mongol que já reunia o maior território de uma nação civilizada no mundo resolveu oferecer a recompensa ao seu povo dando-lhe o merecido conforto, alimento, saúde, segurança e educação.
Não contentando-se, resolveu expandir seus negócios para o oeste.
Diferente do processo anterior decidiu avançar de forma diplomática, nomeando embaixadores na Rússia, na Turquia e vários outros países do ocidente.
Organizou excelente rede de comunicação em que a cada quarenta quilômetros havia um posto de controle e que ajudava na eficiência do sistema.
Por volta de 1224 em pleno sucesso de seu governo e de relações com os povos do ocidente e que já atingia a Turquia recebeu uma mensagem urgente transportada por seus eficientes cavaleiros: era uma mensagem trazida da Europa que contemplava a cabeça do embaixador da Mongólia naquele país.
Imediatamente Genghis Khan armou seu exército e comandou o avanço em direção ao inimigo.
O Grande Guerreiro a esta altura cercou-se do conselho dos maiores sábios e sacerdotes do seu povo, exigindo que lhe proporcionassem longa vida, livre de seus rivais. Fala-se que os sacerdotes aconselharam que deveria ter uma vida mais disciplinada e se abstivesse do sexo. Não tem-se notícias sobre a observação dos conselhos.
Dominava desde o norte da China, norte da Índia até a Turquia, Iraque e para o norte até as proximidades do Oceano Ártico. Seu Império ia do Mar Amarelo ao Mar Negro. Além de Grande Chefe Militar foi criador de um Sistema político estável.
Na defesa de seu território, em 1227,caiu em combate, morrendo. Mesmo moribundo, pediu a seu sucessor, seu filho, que fosse enterrado em lugar esmo e desconhecido da população.
Os generais que acompanharam o seu funeral foram todos eliminados de forma que ninguém fosse testemunha daquele ato.
Conta-se que mais tarde sacerdotes do seu povo examinando um humilde templo integrante de suas conquistas identificaram um enorme Buda de Argila em seu interior. A análise fazia parte de um estudo para que por aquele local passasse uma estrada. Decidido foi então retirar a enorme estátua. Iniciados os trabalhos não conseguiram remove-la pois era muito pesada. No final da jornada sem êxito, iniciou-se uma forte chuva e a noite um sacerdote, usando uma lamparina foi prestar honras a Buda.
A luz da lamparina refletiu de forma muito intensa em pequena fenda que fora feita na tentativa de remoção e viu que o Buda fora esculpido em enorme bloco de ouro maciço e que estava coberto por grossa camada de argila na tentativa de ocultar o grande tesouro. Mais adiante foi avaliado que a escultura pesava em torno de 1500 quilos em ouro.
O sucessor de Genghys Khan ainda dominou aqueles territórios conquistados por seu pai por alguns anos, mas aos poucos caiu em decadência.
Quarta-feira, Janeiro 02, 2008
Sábado, Dezembro 29, 2007
Desafio
Essa nem o Mestre dos Magos acertaria a resposta.
A questão abaixo caiu na prova do ITA do ano passado, portanto aí vai umexemplo para os que almejam estudar nas melhores universidades do país, ok?
Pura matemática.
Uma mãe é 21 anos mais velha que o filho. Daqui a 6 anos a mãe terá umaidade 5 vezes maior que o filho.
Pergunta : Onde está o pai agora?
*Há que fazer alguns cálculos para obter a resposta. Por mais incrível quepareça a resposta é dada pela matemática.
PENSE...
Solução:
Analisando Hoje : Adotamos a idade da mãe como sendo = Y anos.
Adotamos a idade do menino como sendo = X anos.
Portanto, como a mãe é 21 anos mais velha, temos: Y = X + 21
Daqui a 6 anos, ou seja: ( Y + 6 ) e ( X + 6 ) Daqui a 6 anos a mãe terá idade 5 vezes maior que a do filho, ou seja: Y + 6= 5 ( X + 6 )
Resolvendo a equação, temos:
Y + 6 = 5 X + 30 Y = 5X + 24
Se substituirmos o valor acima de Y na primeira equação (Y = X+ 21), teremos: 5X + 24 = X + 21 5X - 1X = 21 - 24
Logo:
4X = -3 X = - 3/4
O menino tem hoje -3/4 anos, ou seja, - 9 meses (menos nove meses!!).
A resposta é lógica :
Se o menino tem exatos menos 9 meses, ele nascerá daqui a nove meses, entãoa resposta do problema proposto:
O PAI ESTÁ COMENDO A MÃE ENQUANTO VOCÊ ESQUENTA A CABEÇA!!!
A questão abaixo caiu na prova do ITA do ano passado, portanto aí vai umexemplo para os que almejam estudar nas melhores universidades do país, ok?
Pura matemática.
Uma mãe é 21 anos mais velha que o filho. Daqui a 6 anos a mãe terá umaidade 5 vezes maior que o filho.
Pergunta : Onde está o pai agora?
*Há que fazer alguns cálculos para obter a resposta. Por mais incrível quepareça a resposta é dada pela matemática.
PENSE...
Solução:
Analisando Hoje : Adotamos a idade da mãe como sendo = Y anos.
Adotamos a idade do menino como sendo = X anos.
Portanto, como a mãe é 21 anos mais velha, temos: Y = X + 21
Daqui a 6 anos, ou seja: ( Y + 6 ) e ( X + 6 ) Daqui a 6 anos a mãe terá idade 5 vezes maior que a do filho, ou seja: Y + 6= 5 ( X + 6 )
Resolvendo a equação, temos:
Y + 6 = 5 X + 30 Y = 5X + 24
Se substituirmos o valor acima de Y na primeira equação (Y = X+ 21), teremos: 5X + 24 = X + 21 5X - 1X = 21 - 24
Logo:
4X = -3 X = - 3/4
O menino tem hoje -3/4 anos, ou seja, - 9 meses (menos nove meses!!).
A resposta é lógica :
Se o menino tem exatos menos 9 meses, ele nascerá daqui a nove meses, entãoa resposta do problema proposto:
O PAI ESTÁ COMENDO A MÃE ENQUANTO VOCÊ ESQUENTA A CABEÇA!!!
Sexta-feira, Dezembro 21, 2007
CARTA AO PAPAI NOEL
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Papai Noel: tendo observado que neste período do ano, com a proximidade do Natal, as pessoas endereçam pedidos para o senhor, resolvi remeter também o meu.
Moro na cidade de Porto Alegre, mas posso ser encontrado em qualquer um dos estabelecimentos penais em que exerço minha profissão. É que, por uma dessas coincidências da vida, estou promotor de justiça e fui brindado com a tarefa de fiscalizar prisões, o que procuro fazer bem. Notei que as regras que valem para qualquer um daqueles a quem o senhor atende não se aplicam no sistema prisional. Daí é que pensei naquilo que me disseram há muito tempo: criança que não se comporta não ganha presente. Só pode ser isso.
Peço que o senhor diga para os governos serem mais transparentes com relação ao que divulgam, deixando de lado a prática de ocultar o que não é bom. No meu Estado, Bom Velhinho, editaram uma lei que determina que os números relativos ao sistema prisional sejam publicados semestralmente. Nessa lei, a maior parte dos milhares de fugas é tratada como "evasões". Gostaria de pedir, então, que o senhor explicasse às pessoas que ser assaltado por um foragido ou por um "evadido" não faz diferença.
Imaginei pedir para o senhor que nos desse um sistema de atendimento à saúde nas prisões, porque se não doenças graves passarão a ser transmitidas também a quem está em liberdade. Seria bom se o senhor explicasse a todos que a selvageria das prisões retorna à rua.
Esses dias, Velhinho, andei falando com uns caras que sabem um monte de coisas sobre quase tudo. Eles pertencem a um negócio chamado "Academia". Fiquei impressionado com o conhecimento dessas pessoas. Então pensei em pedir para o senhor falar com eles para que eles possam auxiliar no encaminhamento de soluções para o problema prisional.
Peço que o senhor coloque um cartão na meia dos responsáveis pelas modificações que precisam ser realizadas nas prisões. É que, nesses anos, Papai Noel, descobri que quando o Estado se ausenta, assumem o poder uns caras que fazem parte de "facções". O senhor nem sabe: esses caras recrutam gente pra cometer crimes.
Eu sei que aí na Lapônia os seus anões têm boas condições de trabalho. Então, queria pedir condições idênticas para os servidores penitenciários.
Peço desculpas por termos revogado a Lei de Newton que afirma que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço. Daí é que algumas vagas nas prisões viriam bem.
Enfim, sem querer sobrecarregá-lo e mesmo não tendo mérito para fazer tantos pedidos, gostaria que o senhor produzisse na consciência de todos nós a necessidade de levar civilidade ao cárcere, pois nosso comportamento nessa área tem justificado que recebamos como "presente" a criminalidade que se avoluma.
Um abraço e faeliz Natal.
Desabafo do Dr. Gilmar Bortolotto - Promotor de Justiça da Promotoria de Controle e Execução Criminal do Estado do Rio Grande do Sul.
Quarta-feira, Dezembro 12, 2007
Quarta-feira, Dezembro 05, 2007
TIMO
GRANDES MENTES discutem idéias
MENTES MEDIANAS discutem eventos
MENTES PEQUENAS discutem pessoas.
UMA GLANDULA PERTO DO CORAÇÃO CHAMADA TIMO.No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo. Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. Precisa dizer mais? Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos. Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho. Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas. Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem, como uma central telefônica por onde passam todas as ligações fazem conexões para fora e para dentro. Se formos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora. Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros,sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos. Amor e ódio o afetam profundamente. Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias. Já que não existem em forma concreta, otimo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes. Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas. O teste do pensamentoUm teste simples pode demonstrar essa conexão. Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa " estou feliz". Depois repita pensando " estou infeliz". A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...) Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas. Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, se o paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abscessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, oumesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado. As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas. O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito..." Fiquei de coração apertadinho" , por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração. O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá à passagem do estágio animal para o estágio humano. "Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?". Daí que, se você quiser,pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada. b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas.Continue entre três e cinco minutos,respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica. O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional e abraço. Ótimo, intimo, Cheio de estímulo. Bendito TIMO. Abraços diretos do Timo
MENTES MEDIANAS discutem eventos
MENTES PEQUENAS discutem pessoas.
UMA GLANDULA PERTO DO CORAÇÃO CHAMADA TIMO.No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo. Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. Precisa dizer mais? Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos. Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho. Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas. Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem, como uma central telefônica por onde passam todas as ligações fazem conexões para fora e para dentro. Se formos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora. Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros,sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos. Amor e ódio o afetam profundamente. Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias. Já que não existem em forma concreta, otimo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes. Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas. O teste do pensamentoUm teste simples pode demonstrar essa conexão. Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa " estou feliz". Depois repita pensando " estou infeliz". A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...) Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas. Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, se o paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abscessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, oumesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado. As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas. O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito..." Fiquei de coração apertadinho" , por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração. O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá à passagem do estágio animal para o estágio humano. "Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?". Daí que, se você quiser,pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada. b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas.Continue entre três e cinco minutos,respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica. O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional e abraço. Ótimo, intimo, Cheio de estímulo. Bendito TIMO. Abraços diretos do Timo
Marcadores: Texto baseado na biblioteca de Sônia Hirsch e estudos esotéricos
Terça-feira, Dezembro 04, 2007
Colégio Estadual Marechal Rondon
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Em 1961 fui matriculado no Colégio Estadual Marechal Rondon e já em março iniciei o Curso Ginasial, mas só havia vaga no curso noturno. Logo meu pai conseguiu transferir para o turno matutino e foi levar-me à classe. Quando chegamos, a aula já havia iniciado e fui conduzido à primeira fila de classes da sala, a turma 11.
No ano seguinte freqüentei a turma 23, no seguinte a 31 e na 4ª série a turma 41.No interstício do Curso Ginasial em certa ocasião fiz questão de exibir a medalha de Honra ao Mérito recebida no Admissão ao Ginásio, realizado no Ginásio Nossa Senhora da Conceição em Taquari(RS), terminando por extravia-la. Fiz bons amigos, entre eles Alcides Brandalise Júnior, Jerson, Paulo Gerceni Palmeira, Luiz Palmeira. Ao longo do período a Escola cresceu e o diretor Prof. Frank construiu um salão anexo com a ajuda dos próprios alunos. Na conclusão do Ginásio organizamos um almoço comemorativo no Galeto Serrador. Foi muito boa a confraternização.
O Prédio do Colégio sofreu alterações, sendo ampliado
Os alunos que freqüentaram o Colégio Estadual Marechal Rondon em Canoas(RS) no período, especialmente colegas de turma podem entrar em contato com o endereço abaixo para possível organização de encontro comemorativo.
astorsanders@terra.com.br
No ano seguinte freqüentei a turma 23, no seguinte a 31 e na 4ª série a turma 41.No interstício do Curso Ginasial em certa ocasião fiz questão de exibir a medalha de Honra ao Mérito recebida no Admissão ao Ginásio, realizado no Ginásio Nossa Senhora da Conceição em Taquari(RS), terminando por extravia-la. Fiz bons amigos, entre eles Alcides Brandalise Júnior, Jerson, Paulo Gerceni Palmeira, Luiz Palmeira. Ao longo do período a Escola cresceu e o diretor Prof. Frank construiu um salão anexo com a ajuda dos próprios alunos. Na conclusão do Ginásio organizamos um almoço comemorativo no Galeto Serrador. Foi muito boa a confraternização.
O Prédio do Colégio sofreu alterações, sendo ampliado
Os alunos que freqüentaram o Colégio Estadual Marechal Rondon em Canoas(RS) no período, especialmente colegas de turma podem entrar em contato com o endereço abaixo para possível organização de encontro comemorativo.
astorsanders@terra.com.br
Quarta-feira, Outubro 31, 2007
TEMPOS DE CRIANÇA

Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida,
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia,
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias de minha infância
Oh! meu céu de primavera!
Que doce à vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
- Pés descalços, braços nus -.
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
- Que amor, que sonhos, que flores -,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Domingo, Outubro 28, 2007
O DOMINGO, A 53ª FEIRA DO LIVRO E O DELTA DO JACUÍ




Porto Alegre vive e respira a 53ª Feira do Livro. Ocupa os espaços do Memorial do Rio Grande do Sul, do Santander Cultural, do Centro Cultural da CEEE Érico Veríssimo, Casa da Cultura Mário Quintana, além da Área Geral da Praça da Alfândega e Cais do Porto. O Público tem acesso à programação da Feira e à localização das barracas e das editoras por meio de diversos terminais de auto-atendimento.Integrado, podemos aderir a um passeio pelo Guaíba e delta do Rio Jacuí, embarcando no navio Cisne Branco e navegar observando as ilhas do rio: Grande do Marinheiro, das Flores, etc..., o Terminal de Pólvora do Exército, locais de laser às suas margens, tudo no meio de competições aquáticas de remo, ou, simplesmente, passeios das sofisticadas lanchas que percorrem os diversos canais do rio.
No retorno ao cais podemos admirar o símbolo de Porto Alegre, a Usina do Gasômetro sob outro ângulo, além de Navio de Guerra da Marinha do Brasil acorado nas imediações da Feira do Livro.
Para termos uma visão mais completa das atividades da Feira podemos acessar, online, toda a programação atualizada, inclusive os espetáculos musicais que contemplam orquestras de cordas, recitais, bandas marciais, além dos espetáculos reservados aos Teatros e Cinemas que integram a área da Feira.
Marcadores: Cais do Porto, Delta do Jacuí e Usina do Gasômetro., Fotos da 53ª Feira do Livro
Sexta-feira, Outubro 26, 2007
ARTE AGREDIDA
Cono Sur, de Ted Carrasco (Bolívia) 1ª Bienal do MercosulUm cone de aço inoxidável de 2,4 m de altura sobre uma plataforma.
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Sem Título, de Mauro Fuke (Brasil) 5ª Bienal do MercosulTrês estruturas de concreto armada com tampas de granito
Diversas estruturas em formato de cuia feitas de aço e resina sintética coladas umas às outras.
Quatro rochas integradas a um piso de concreto e aço.
Uma rampa de aço que avança para cima em direção ao Guaíba (5ª Bienal do Mercosul)
Obras permanentes , desde 1997, foram instaladas em Parques de Porto Alegre, legadas pela Bienal do Mercosul.
A conservação de todas se dá por meio de parceria entre a Bienal e o município. Muitas dessas obras estão pichadas em desrespeito ao artista e a arte.
Marcadores: Obras permanentes deixadas para Porto Alegre pela Bienal do Mercosul.









